
Conheça um pouco mais sobre pragas, seus malefícios e como combatê-las!
Roedores A escalada do progresso nas grandes cidades trouxe, além dos prejuízos sociais evidentes, um desequilíbrio da natureza, com a proliferação desordenada de diversas pragas, dentre elas, o rato urbano.
As condições são as mais favoráveis possíveis. Os predadores naturais foram eliminados; as práticas descuidadas de armazenamento de lixo, a multiplicação de terrenos baldios, de construções e o desconhecimento da população quanto aos hábitos dos roedores urbanos, favorecem cada vez mais a criação de locais propícios à proliferação destes animais. Vamos lembrar alguns aspectos importantes relativos a estas espécies, que, acreditamos, sejam alvo de constante questionamento entre os profissionais de segurança.
Espécies Principais
"Roedor Urbano" três espécies principais que habitam os grandes centros. São elas a ratazana (Ratus Norvegicus), o rato preto (Rattus Rattus) e o camundondo (Musmusculus). Elas se diferenciam fisicamente, possuem sistemas de alimentação, procriação e habitação distintos, mas todas, com a mesma importância no aspecto saúde, danos materiais e segurança.
A espécie mais conhecida e disseminada é a ratazana. Sua localização em áreas livres se faz através da formação de túneis subterrâneos, interligados, local em que se acomodam em colônias numerosas. Um aspecto interessante a ressaltar sobre esta espécie, é que suas tocas, possuem sempre duas ou mais entradas e uma saída de emergência, que é usada em casos de necessidade, tais como, entrada de inimigos, inundações e outros.É bastante agressiva e grande é o número de pessoas já atacadas e mordidas por esta espécie.
O camundongo tem por hábito viver mais próximo do homem, dentro de armários, gavetas, despensas, e devido ao seu sistema de alimentação elea dá apenas pequenas morditas em diversos tipos de alimentos de uma só vez - é responsável por grandes estragos nas áreas de armazenamento de alimentos.
O rato preto possui, o senso de equilíbrio altamente desenvolvido, o que lhe permite escolher sempre as partes altas (fôrros, copas de árvores, etc.) para seu abrigo e procriação, de lá saindo apenas para buscar comida.
Prejuízos Causados por Roedores
Como já dissemos anteriormente, as três espécies urbanas possuem igual relevância no que diz respeito aos aspectos saúde e danos materiais. Vejamos:
Saúde:
O rato é conhecido como transmissor em potencial de cêrca de 35 doenças ao homem e animais domésticos, quer pela contaminação de alimentos por fezes e urina, quer pelo ataque direto (mordedura) ou ainda indiretamente, através de pulgas e carrapatos que os parasitasm. Dentre as doenças transmitidas citamos a raiva, a febre de Haverhill, a leptospirose (transmitida por contato da pele com água contaminada, fato que ocorreu em diversos municípios da grande São Paulo no ano de1981/82 por ocasião das enchentes), a triquinose, as pragas (bubônica, septicemica ou peste negra e pneumônica), a salmonelose, o tifo murino, e a poliomielite. Além disso, queremos salientar que o aspecto psicológico é bastante significativo, levando-se em conta que nenhuma pessoa se dispõe a trabalhar com tranquilidade e com toda a sua capacidade de produção, numa área infestada por ratos.
Danos Materiais:
Devido a sua grande facilidade de adaptação ao meio ambiente, o rato é capaz de utilizar quase todo tipo de material como alimento, sendo que destrói 3 vezes mais do que consome. Roem tudo o que está ao seu alcance, desde matérias de origem vegetal, como papel, papelão, madeiras, até materiais sintéticos, como plásticos, tecido e outros. Não raramente se introduzem em embalagens (containners, caixas, etc.) e até serem percebidos, danificam todo o conteúdo, causando prejuízos bastante significativos, que somados não se comparam aos custos resultantes de uma manutenção de combate e prevenção.
A ZERO INSETO executa um estudo especifico nas áreas em potencial para garantir um controle apropriado e seguro.
história nos fala de relatos de antigos navegantes europeus que, ao retornar das suas viagens às Américas, África e Ásia Tropical, falavam ter encontrado grandes quantidades de pequenos insetos que eles chamavam de formigas brancas. Essa denominação ainda é usada nos países europeus para designar o cupim, inseto destruidor da madeira e, em certas espécies, da lavoura e até de estruturas de alvenaria.
O cupim representa importante papel no equilibrio biológico, pois sua ação se faz necessária para a manutenção do solo fértil nas grandes florestas, na medida em que digere e transforma emmaterial fertilizante os troncos envelhecidos, auxiliando na perpetuação e conservação dos elementos da natureza. No entanto, quando ele se faz presente em áreas utilizadas pelo homem, destruindo o seu patrimônio, faz-se necessário adotar medidas de combate e prevenção, para evitar os prejuízos quase sempre sérios causados por uma infestação de cupins.
Estrutura Social
Os cupins são insetos sociais, Vivem em colônias chamadas cupinzeiros ou termiteiros. As suas comunidades sociais se assemelham às das formigas, abelhas e vespas. São insetos organizados e em cuja estrutura social cada indivíduo tem uma parcela de responsabilidade, sempre visando a perpetuação da espécie. Eles se dividem emindivíduos alados e ápteros (sem asas). Os alados, por sua vez, compreeendem o rei e a rainha e os outros indivíduos alados sexuados. Os primeiros encarregam-se da alimentação das primeiras ninfas que, mais tarde, como operárias, assumirão a obrigação de alimentar o casal real e as novas ninfas. A partir daí, a única função do rei e da rainha será a de cuidar da proliferação da colônia. Os segundos são encarregados da propagação da espécie. No período de Setembro a Dezembro saem em revoada dos cupinzeiros onde nasceram, já sexualmente maduros, em busca de locais para fundar novas colônias. Esta é a única fase em que os cupins são vistos fora do cupinzeiro.
Alimentação
A sua alimentação básica é a celulose encontrada nas plantas e de forma abundante na madeira, papel, etc. Outros materiais também podem ser destruídos, tais como plásticos, gesso, alvenaria, mas a destruição existe porque a colônia sai à procura de celulose encontrada em fibras vegetais e por conseqüência destrói tudo o que obstrui o seu caminho. Para o cupim digerir a celulose é necessário existir um processo de simbiose entre o inseto e microorganismos chamados protozoários, que vivem em seus intestinos. Estes microorganismos transformam a celulose em elemento nutriente que é então absorvido pela estrutura orgânica do cupim. Os indivíduos da colônia que morrem são consumidos pelos remanescentes, redundando em importante fonte de proteína necessária para o desenvolvimento dos cupins.
Danos
Os cupins nunca abandonam o seu ninho, exceto em tempo de revoada (reprodução). Por esta razão, os indícios de infestação são notados quando a colônia já está em franca e progessiva atividade. O início da colônia é dado somente por um casal que procura penetrar em pequenas cavidades ou rachaduras na madeira. Imediatamente, a rainha começa a postura de ovos, que podem chegar a alguns milhões durante toda a sua vida, que em algumas espécies chega a ser de 15 anos. Os primeiros operários já iniciam o trabalho de escavação construindo verdadeiras florestas de saliva e madeira decomposta, conhecida técnicamente como floresta de fungos. Com a existência dessas florestas, os cupins podem também controlar a umidade e a temperatura do microclima da colônia. A medida que a colônia vai se expandindo, os primeiros sinais vão aparecendo; um som oco ao bater-se na madeira e pequenos furinhos de onde sai um pó granulado. As estatísticas americanas revelam que os EEUU enfrentam um prejuízo anual de 250 milhões de dólares com as várias espécies de cupins.
O controle de pragas, tal como é conhecido hoje, não tem mais do que 30 anos de existência. No Brasil, essa atividade passou a atrair a atenção há cerca de 20 anos, quando as primeiras companhias especializadas iniciram suas atividades.
Dentre as pragas controladas, a BARATA ocupa hoje um lugar de destaque. Encontrada em diversas espécies, ela prolifera nos mais diversos ambientes, tornando o seu controle um desafio que requer conhecimento e experiência.
Espécies e hábitos:
Dentre as de maior importância e incidência, destacamos duas espécies principais: a BLATTELLA GERMANICA e a PERIPLANETS AMERICANA. A Blattella Germanica é pequena, medindo cerca de 10 a 15 mm de comprimento, e se localiza preferencialmente em áreas úmidas e quentes. Cozinhas e restaurantes oferecem estas condições necessárias à sua sobrevivência e prolieração.
O Periplaneta Americana é de todas as espécies freqüencia, a de maior proporção. Mede de 28 a 44 mm de comprimento e é encontrada com muita freqüencia em esgôstos, onde o calor e a umidade são favoráveis ao seu desenvolvimento.
A barata pode viver vários dias sem se alimentar, porém nunca sem água, daí ser encontrada com freqüencia em áreas de manipulação de alimentos, assim como em sanitários. A simples condensação de vapor em cozinhas é suficiente como fonte de água para sua sobrevivência.
Também necessitam de calor, de preferência em temperaturas que variam de 24 a 33ºC. Os equipamento usados em cozinhas, tais como fogões,refrigeradores, bem como tubulações de vapor, servem de abrigo e aceleram o amadurecimento dos ovos, onde se constatam altos índices de proliferação.
As baratas e as doenças
A barata tem sido considerada como vetor e transmissor de diversas doenças ao homem. Em 1948 e 1950, cientistas americanos desenvolveram pesquisas de laboratório que determinam que as baratas abrigam micro organismos do gênero Salmonellaque ficam depositados nos lugares onde as baratas costumam passar, tais como copos, talheres e alimentos, através das fezes, onde permanecem vivos por semanas. Em 1947, Moiser constatou a presença do bacilo da lepra em fezes de baratas, concluindo ser este inseto um de seus transmissores. Num estudo de seis anos (1956-1962), Tarshis descobriu uma forte relação entre baratas e a hapatite infecciosa. O estudo envolveu uma área habitada por 2.800 pessoas. Em 95% das habitações havia baratas e o surto de hepatite decresceu à medida em que o contrôle de baratas nestas áreas foi intensificado.
Em 1969, Rueger e Olsom relatam: "Quando colocamos fezes de Periplaneta Americana contaminadas com Salmonella oranienburg em comida e copos, observamos que estas bactérias sobrevivem em flocos de milho por 3,5 anos; em biscoitos, por 4,25 anos em um copos por 3,67 anos. Colocamos camundongos em contato por um minuto com fezes de baratas contaminadas e os animais adquiriram os organismos Salmonella em apenas um dia. Mais tarde, em 1979, M. Steak provou que as baratas podem abrigar internamente organismos dos gêneros Proteus, Klebsiella, Shigella e Salmonella.
A associação das baratas com lixo, esgôtos e material em decomposição, as coloca em contato direto com colônias de bactérias, trazendo como conseqüência sérios riscos de contaminação e doenças ao homem.
Controle
Partido do princípio de que a barata é um fator em potencial na transmissão de diversas doenças ao homem, principalmente através da contaminação de alimentos, concluímos a necessidade de um controle permanente para evitarmos esses riscos.
O profissional de controle de pragas (PCO) parte da identificação das espécies infestantes, pois o conhecimento dos seus hábitos é imprescindível no plano de combate.
Os produtos químicos aplicados geralmente sofrem a ação do meio ambiente. A variação na temperatura, o grau de unidade, a remoção dos resíduos de inseticidas com sabões e detergentes são fatores que determinam a freqüência do tratamento estipulado para uma determinada área, ou seja, quanto mais freqüentes forem estes fatores, tanto mais constantes deverão ser as aplicações. Em linhas gerais, os inseticidas usados dividem-se em residuais e não residuais ação (Knock Down), e o uso deve ser acompanhado de normas rígidas de segurança a fim de que, ao invés de eliminar insetos, se crie um problema muito mais grave que é a contaminação de alimentos e a conseqüente intoxicação de pessoas ou animais.
Nas cidades, o grande problema de baratas origina-se da rede de esgôtos. Nas fábricas, este problema é sentido com intensidade, pois as baratas saem dos ralos, provenientes das redes, e invadem inclusive áreas de fabricação e manipulação de alimentos, medicamentos, causando a perda de uma grande quantidade de material por contaminação.
Já existem um processo para o tratamento destas áreas (processo NEBULIST) consistindo na aplicação de uma neblina sêca e tóxica que elimina os focos na sua origem. Com a utilização deste processo, atinge-se o foco principal, reduzindo-se o grau de infestação de toda a fábrica.
A variedade de equipamentos de aplicação de inseticidas contribui para a conclusão de um serviço bem feito. Por exemplo, há aparelhos apropriados para escritórios, áreas carpetadas e residência, cuja névoa fina aplicada evita o acúmulo incômodo de inseticidaa nas superfícies. Para o tratamento de frestas e cavidades onde se alojam as baratas, utiliza-se um aparelho que dispersa uma quantidade maior de inseticida; fôrros, áreas rudes e canaletas de cabos são tratados com outro equipamento, cuja utilização inibe o risco de curto circuito que pode ser provocado ao utilizarmos um processo inadequado, como por exemplo, o inseticida aspergido na sua forma líquida.
Em resumo, para cada local, um tratamento distinto, que inclui produtos e equipamentos diferentes faz-se necessário. O importante é investigar os problemas de pragas de uma determinada área e implantar um programa econômico e viável, mas que antes de tudo vá de encontro as necessidades da empresa.
A Organização Mundial de Saúde considera a malária, doença disseminada por uma espécie de mosquito, a mais importante doença no mundo atualmente. Além desta doença este inseto é responsável pela transmissão de febre amarela, filariose, o dengue e a encefalite. A transmissão de doenças deve-se ao hábito hematófago, alimentação de sangue humano ou animal, que estes insetos apresentam. Ao picar o homem ou animal, o mosquito transmite o agente infeccioso que carrega em seu corpo.
O desconforto causado por picadas de mosquito também é um fator importante para pensarmos em sua erradicação aliado aos sintomas de alergia que certas pessoas tem, causando coceiras intermitentes, feridos e febre. As atividades no exterior, principalmente durante o lazer, ficam restritas em razão das grandes revoadas que ocorrem nas primeiras horas da manhã e ao entardecer.
Importância do ponto de vista sanitário
Desde 1974 que o Ministério da Saúde tem observado uma curva ascendente de casos de malária (transmitida por um mosquito anofelino) quando ocorrem 64.320 casos registrados. No ano passado esta cifra chegou a 264.523 casos, segundo dados oficiais da SUCAM.
Segundo a OMS a malária já está registrando no mundo 300 milhões de novos casos por ano. A mesma entidade considera complexos e vinculados a diversos fatores sociais e biológicos os motivos desta escalada, porém acreditam também que uma das razões que muito influi neste ressurgimento da doença foi o decrescente apoio dos governos tanto no aspecto financeiro quanto político.
Controle
A forma mais eficiente de atingir um inimigo é visando os seus pontos fracos; no caso de mosquito isto se chama CONTROLE INTEGRADO. Há três métodos básicos de controle ou extermínio: físico, biológico e químico. Na maioria das vezes é necessária a utilização de todos estes recursos para assegurarmos o extermínio destes insetos.Não basta limitarmo-nos ao controle sazonal da espécie: é necessário um controle de todas as suas fases biológicas, assim como tomar medidas para evitar que o problema reapareça. O uso de produto químicos é extremamente útil no alivio ao desconforto causado pela sua presença.
Controle Físico:
Consiste na modificação da forma física do meio ambiente onde ocorre a infestação, objetivando limitar a produção de larvas, interrompendo o ciclo biológico. Estas medidas devem ser tomadas respeitando-se o meio ambiente e resumem-se basicamente na localização e se possível eliminação de prováveis focos, quais sejam: latas e vasilhames abondonados ao ar livre, bebedouros de animais, vasos de plantas, vasos com flores (cemitérios), caixas d'água e cisternas, lagos, ralos, poços abandondos, etc.
Controle Biológico:
Consiste na utilização de predadores naturais, tais como o peixe Gambusia affinis, que se alimenta de larvas e pupas.
Controle Químico:
As vantagens no uso deste sistema são o controle rápido e eficiente das populações de mosquitos, eliminando automaticamente as conseqüências, ou seja, a ameaça de disseminação de doenças. O controle é feito fazendo-se uso de produtos larvicidas e adulticidas. Os larvicidas são importantes em áreas que possam ser drenadas por qualquer razão e onde não seja possível o controle biológico, ou ainda em áreas sujeitas a constantes inundações. Podem ser usados na forma de óleo (quando não se objetiva a preservação da fauna), inseticida fosforados (inócuos), clorados e mais recentemente os RCI (Reguladores de crescimento de insetos).
O Controle de formas adultas faz-se através de diversos métodos a escolha do profissional: Ultra Baixo Volume, Termo Nebulização, Pulverização, Polvilhamento e Atomização. Deve-se aplicar a adulticida bem cedo ou ao entardecer, que são os horários das grandes revoadas. Faz-se necessário em caso grave, de reaplicação periódicas para o controle.
Solicite mais informações! LIGUE: 11 3892-3610